IPv6 na Specialist

Tudo começou em julho de 2010, através da Maxiweb (cliente da Specialist à anos), onde demos início ao projeto IPv6 ao participarmos do treinamento básico de IPv6 (presencial) promovido pelo cgi.br / nic.br.

Nesse mesmo mês foi solicitado um bloco IPv6 ao registro.br para a Maxiweb.

Em agosto foi estabelecido um túnel IPv6 pela Hurricane Electric, onde passamos a divulgar os IPs. Já que nossos fornecedores de link (nessa época) não tinham ipv6 “ainda”.

Em outubro a Maxiweb iniciou a troca de tráfego IPv4 e IPv6 diretamente no PTT Metro SP (que passou a se chamar IX-SP depois) e também passou a receber Transito IPv6 (por eles, atráves da Hurricane Electric) e não mais via túnel, o que nos deu uma baixa latência e melhor conectividade.

Em novembro toda a rede corporativa da Maxiweb (sob administração da Specialist) passou a navegar em dual stack (ou seja, tanto em ipv4 como em ipv6), bem como alguns clientes e funcionários aptos a realizarem testes no novo protocolo.

Em janeiro de 2011 os servidores DNS autoritativos (onde ficam os domínios, incluindo os de cliente de hospedagens) passaram a responder as requisições em IPv6 (os recursivos sempre resolveram em ipv6).

Em fevereiro (quatro meses antes do World IPv6 Day*) os servidores de páginas (em linux) passaram a trabalhar em dual stack para todos os sites, entre eles o da própria Specialist (é claro), incluindo TODOS os sites de clientes.

Recebemos do IPv6 Forum os certificados W1-BR-00001483 (validação do Site) e I1-BR-00000159 (validação da estabilidade de roteamento em IPv6, este em nome da Maxiweb).

Atualmente todos nossos links e servidores suportam e estão com ipv6, havendo redundância como no ipv4.

* World IPv6 day (8 de Junho de 2011) foi o dia em que vários grandes players responderam as requisições DNS dos seus principais sites tanto em IPv4 quanto em IPv6. Isto é, no dia 08/06/2011 quem tive conectividade IPv6 e acessou os sites do Google, Facebook, Yahoo!, Terra, Youtube etc o fez em IPv6. Esse foi um grande dia para o IPv6, onde as empresas mediram na realidade quantos usuários estavam prontos para o IPv6 e quantos não.

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